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Zona de desconforto

By 24 de abril de 2012 janeiro 14th, 2019 No Comments

Zona de conforto, esta expressão é utilizada diariamente por milhares de empresas e profissionais no mundo todo. Este “momento estável” refere-se à ausência de medo, ansiedade ou risco. A zona de conforto gera uma falsa sensação de segurança. Falsa porque esta ausência de pró-atividade para evolução resulta em desconforto quando ocorrem mudanças. E como sabemos, mudanças constantes é umas das poucas certezas científicas que temos. Neste contexto, se conclui que, a zona de conforto é uma “estabilidade” que gera instabilidade.
No cenário competitivo em que vivemos quem está muito confortável está automaticamente menos preparado para sobreviver que os outros. Uma forma de se evitar o desconforto com mudanças drásticas e ainda se beneficiar disto é estar em constante processo de aprendizado. Se fizermos frequentemente pequenas mudanças ao longo de um período teremos uma grande evolução, melhorias e inovações no todo, não sentindo os impactos das mudanças ao mesmo tempo que se transforma continuamente mais competitivo.
Decidir que a melhor zona de conforto é trabalhar para não tê-la, resulta em evolução ágil e contínua. Para isso acontecer é necessário um ciclo de aprendizado para o crescimento. Aprender com os acertos, mas principalmente com os erros é garantia do caminho rumo à evolução, como disse Thomas Edison: “Se eu achei 10 mil modos de algo não funcionar, não fracassei. Não me desencorajo, porque sei que cada tentativa errada é mais um passo para a frente”.

A sua evolução é proporcional ao que você aprende, logo, se não quer aprender não reclame que está estagnado. Mas não importa, todos terão que aprender, seja por diversão ou por pressão, pois o mundo não vai parar de girar porque se está com preguiça.

Abraços,

Eduardo M. Borba