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Futuro, o passado com nova embalagem

By 22 de novembro de 2012 janeiro 11th, 2019 No Comments

Para muitos, mesmo não sabendo disso, o futuro é só uma réplica do passado. Todos, seja CPF ou CNPJ, almejam uma situação melhor no futuro, no mínimo uma evolução. Mas como obter resultados diferentes fazendo as mesmas coisas? Albert Einstein define esse comportamento como “insanidade”.

Cuidado com o uso abusivo do seu conhecimento, pois ele refere-se ao que já foi aprendido, isto é, o passado. Um exemplo claro disso são as grandes e conhecidas corporações em crise ou dificuldades.  Aplicando os mesmos métodos e conhecimentos continuamente, se obterá os mesmos resultados. Mas um detalhe simples e poderoso acaba com essa teoria, o mundo muda e evolue o tempo todo. Isso provoca um colapso, pois o conhecimento é estático enquanto o mundo é constante. Resumindo, o conhecimento por si só não é garantia de resultado, sendo em muitas vezes maléfico.

Agora, o uso da fórmula Conhecimento + Imaginação é o equilíbrio necessário para existir evolução e se obter resultados diferentes e melhores. Todos querem fazer o “Mais com Menos”, porém, a coleira social do medo, barra a imaginação, a criatividade e assim os resultados que todos almejam. Um outro fator que impede a evolução é a zona de conforto no que se refere a absorção de novos conhecimentos em paralelo com o exercício da imaginação. Assim como o fluxo contínuo do sangue que corre em nossas veias, a busca por conhecimento e imaginação deve ser constante.

Para a maioria, o futuro ainda é o passado com nova embalagem. Um bom exemplo são os automóveis, muitos modelos tem um exterior um pouco mais moderno, mas na verdade a tecnologia é do século passado. Assim como as ruas de nossas cidades que são baseadas pelo tamanho dos chassis dos veículos, que estes foram baseados nas carroças.

O exercício da imaginação com a busca constante de conhecimento é o comportamento humano necessário para o século XXI. E você, o que tem feito no presente que fará o futuro imaginado?

Abraços,

Eduardo M. Borba