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2012, o ano das oportunidades!

By 25 de novembro de 2011 3 Comments

Existe um ditado que diz,“ em tempos de crise existem pessoas que choram e pessoas que vendem lenços para as que choram”. Este um resumo do que pode ser o ano de 2012. Não se pode prever o futuro efetivamente, mas se consegue pelo menos analisar a dinâmica de causa e efeito. Já é comum a imprensa divulgar diariamente as crises político-econômicas nos países da Europa e nos EUA, até então intitulados como países desenvolvidos. E como vivemos em mundo globalizado e conectado, cada vez mais o Brasil vem sentindo internamente o efeito destas crises.

Diversos especialistas já consideram que 2012 não será o ano do emprego no país e nem do crescimento. O otimismo dos empresários com a economia vem diminuindo mês a mês, sendo a retração de investimentos uma conseqüência disso. Além da desindustrialização que está fazendo despencar a competitividade das empresas nacionais.  Uma outra informação interessante é o aumento de quase 50% dos estrangeiros registrados junto ao Departamento da Polícia Federal no Brasil em 2011, em relação a 2010. Há tempos atrás se via brasileiros migrando para países em busca de melhores condições de vida, agora o jogo está invertendo. Resumindo, se a concorrência profissional interna no Brasil já era grande, com estrangeiros vindo trabalhar, aumentará ainda mais.

Enfim, o cenário parece trágico, mas só para profissionais e empresas acomodadas e inflexíveis. Com todas estas mudanças vêm também as oportunidades, que, só serão vistas por aqueles que são pró-ativos e inovadores. Resultados, esta é a palavra de ordem para a sobrevivência e crescimento em tempos de incertezas. Enquanto a maioria dos concorrentes irá frear investimentos, os verdadeiros empreendedores pisarão fundo no acelerador da inovação.  Por isso, 2012 pode ser o ano das oportunidades para as empresas que investirem em inovação, principalmente em design. E para os profissionais será a hora de mostrar quem realmente agrega valor dentro das organizações, separando assim, quem ficará no mercado e quem não.  Então lembre-se, “ em tempos de crise existem pessoas que choram e pessoas que vendem lenços para as que choram”. Mãos à obra!

Abraços,

Eduardo M. Borba

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